“que minha solidão me sirva de companhia. que eu tenha coragem de me enfrentar. que eu saiba ficar com o nada e, mesmo assim, me sentir como se estivesse plena de tudo.”
Clarice Lispector
“que minha solidão me sirva de companhia. que eu tenha coragem de me enfrentar. que eu saiba ficar com o nada e, mesmo assim, me sentir como se estivesse plena de tudo.”
Clarice Lispector
chama meu nome, em noite quente, em céu de brasa, busca o outro lado da palavra, a outra ponta, ponte, pote no fim do arco-íris, botija...
“Esse lugar ativo de sensações, a minha alma, passeia às vezes comigo conscientemente pelas ruas noturnas da cidade, nas horas tedientas em que me sinto um sonho entre sonhos de outra espécie, à luz do gás, pelo ruído transitório dos veículos…” —Fernando Pessoa