Penso a extensão de teus dedos, pra onde apontam, em manhãs frias e na água quente do banho, em tardes ensolaradas e no vazio de alguma segunda sem rumo. Será feito de palavra o teu além-dedo? De música? Poesia? Ou é, então, quiçá, a manifestação insólita de meus desejos físicos e metafísicos?
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