domingo, 16 de março de 2008

sábado, 15 de março de 2008

'Gnomo' aterroriza cidade argentina

Aparição foi filmada por jovem que estava conversando com amigos.
Em outubro de 2007, ser misterioso assustou funcionários de ferrovia.

Imagens gravadas por um jovem transformaram-se no grande medo dos moradores uma pequena cidade no interior da Argentina. O "gnomo" de General Güemes, na província de Salta, teria sido flagrado ao lado do cemitério da cidade no início de março. Um anão? Uma criança? Um boneco? Ninguém consegue convencer a população da cidade de que o vídeo, que mostra o pequeno ser vestido "a caráter" e caminhando aos saltinhos, não prova a existência de algo "sobrenatural".

"Estávamos conversando sobre a última vez que fomos pescar, era cerca de 1h da manhã e comecei a gravar meus amigos fazendo bagunça. De repente, escutei um barulho estranho, como alguém estivesse arremessando pedras. Olhei para o lado e vi o duende ali, se mexendo", afirma José Alvarez, autor da gravação, em entrevista ao jornal argentino "El Tribuno". Alvarez e os colegas teriam deixado o local correndo. "Fiquei com muito medo", afirma.
O caso tomou a cidade quando o vídeo, que está disponível no YouTube, foi exibido por um canal de televisão local. A baixa qualidade das imagens mantém viva a lenda de que a cidade seria "casa" de um gnomo. Desde então, dezenas de pessoas se reúnem todas as noites na região do Cemitério Cristo Rei para tentar ver o "duende de Salta".

Não é a primeira vez, no entanto, que os moradores da província localizada no extremo norte da Argentina relatam a visão de "gnomos". Em outubro de 2007, funcionários de uma empresa de transportes ferroviários teriam recebido a visita do pequeno ser.

Salta, terra da inventora das empanadas, também é uma das maiores regiões vinícolas do país, responsável por quase toda a produção de vinho branco da uva torrontés. Todos que viram o pequenino mistério, no entanto, juram que estavam sóbrios...


fonte:http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL350163-6091,00-GNOMO+ATERRORIZA+CIDADE+ARGENTINA.html


Não é a primeira vez que digo: The truth is out there.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Não é o tamanho do cartão que importa

Só pra constar, esse é um poema de Elizabeth Barrett Browning. Snoopy é muito bom.

How do I love thee? Let me count the ways.
I love thee to the depth and breadth and height
My soul can reach, when feeling out of sight
For the ends of Being and ideal Grace.
I love thee to the level of everyday's
Most quiet need, by sun and candle-light.
I love thee freely, as men strive for Right;
I love thee purely, as they turn from Praise.
I love thee with the passion put to use
In my old griefs, and with my childhood's faith.
I love thee with a love I seemed to lose
With my lost saints!---I love thee with the breath,
Smiles, tears, of all my life!---and, if God choose,
I shall but love thee better after death.

Chaves - Terror na Vila (trailer)

um clássico...

terça-feira, 11 de março de 2008

domingo, 9 de março de 2008

Maiakovski

“Teu corpo cuidarei e amarei, como o soldado, mutilado de guerra, inútil e sem dono, cuida da única perna”

Tenho que abrir uma certa excessão com relação a apreciação de poesia em uma língua da qual não tenho um mínimo conhecimento pra essa frase do Maiakovski. Adoro essa comparação, é tão forte, tão intensa, tão fantástica. É quinem esse trecho de "Ne me quitte pas"

Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quite pas

Deixe que eu me torne
A sombra da tua sombra
A sombra da tua mão
A sombra do teu cão
Não me deixes

sábado, 8 de março de 2008

suspiro

surro o teclado, dedos desesperados que se lançam ávidos sobre uma sopa de letrinhas. estranha equação essa, que me permite suspirar enquanto procuro enloquecidamente uma maneira de arrancar um suspiro desse maldito teclado

pretty death


Será essa a idéia de uma bela morte? rs

quinta-feira, 6 de março de 2008

causos do busão

Quando era pivete, estava eu num busão lotado, lá atrás, de pé ao lado de uma deficiente física que usava muletas, quando algum fdp começou a bolinar a desgraçada. Por algum motivo ela achou que era eu o bolinador, e começou a me dar cotoveladas, e eu completamente sem reação, e ainda por cima com medo de acharem que eu era bolinador de deficientes físicas e ser linchado pela multidão... tive de descer antes da parada pq a situação estava insustentável...

Outra vez um senhor, idoso, velho fdp, tentou afanar minha carteira na maior, na hora em que ele descia do ônibus, ao passar por mim, tentou puxar minha carteira, que só saiu até a metade... se o velho tivesse conseguido, eu descia ali mesmo e cobria o velho de bifa, mas aí mais uma vez corria o risco de ser linchado.

Uma outra vez, caminhava pelo Paço Municipal de São Bernardo umas onze da noite, quando um trombadão perguntou que horas eram, saquei na hora que ia tentar me assaltar, quando disse que não tinha relógio o fdp puxou minha blusa de frio, aproveitei o embalo do puxão e virei com um soco... nem olhei pra trás pra ver como ficou a situação do cara, saí correndo sem dó... chegando à parada, ofegante e nervoso, eis que está um outro trombadão tentando assaltar um garota... o cara pára o que estava fazendo e vêm até mim... "não quero te assaltar não, mas não vou mentir, eu quero quinze conto, e é pra usar droga mesmo... acabei de fugir da Febem e tô querendo quinze conto". Eu já tava fulo da vida pq tinha acabado de escapar de um assalto, e o fdp não me mostrou arma alguma, logo disse a ele (gaguejando de nervoso) que tinham acabado de tentar me assaltar e que eu não ia dar dinheiro pra ele porra nenhuma... pensei em empurrá-lo para o meio da pista, pra que talvez fosse atropelado, mas acabei apenas empurrando-o pra longe. Foi quando a coisa ficou feia, o puto não tava sozinho, de repente, do muro atrás da parada, pula um negão trombadão enorme... pensei "fudeu", mas como passava um ônibus bem na hora, entrei sem nem saber pra onde ia (aliás, eu e a menina que o fulo tentava assaltar antes de me abordar)... os desgraçados ficaram me jurando lá da parada, enquanto o ônibus partia e eu dava dedo pra eles. Esperei umas quatro paradas, pra garantir, e desci pra pegar o certo. Noite phoda...

quarta-feira, 5 de março de 2008

Drummond sobre a ausência...

“Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.!“
Drummond

dá quase vontade de abraçar a ausência de Drummond...