terça-feira, 21 de outubro de 2008

sábado, 27 de setembro de 2008

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Abandonar-se aos cuidados dos lençóis e simplesmente jazer. Que reino me espera? Tudo é possível agora, salvo Freud me perseguir (aqui não, por favor! Juro que meus sentimentos por minha estimada mãe estão dentro dos limites do plausível). O mundo só é mundo amanhã, ele espera por mim, pelo meu despertar. Hei de guiar minha nau por águas tranquilas, e, mesmo em tormentas, o céu há de amparar-me, emprestando seu caminho de estrelas. É preciso dormir e, mais que isso, o lema é sonhar.
Dormir é perda de tempo, o relógio não espera por nós. E há tanto a ser feito. Decretei que é preciso ler Marcuse, e também comprar pão. Simplismente não há tempo, os Coen esperam por mim, meu download por terminar, tantas novas mp3s, e o novo gibi do Aranha. Coelho do mundo de Alice, tenho que jogar Metal Gear 4, tecer palavras no ar, aprimorar meu Mai Geri, aprender a fazer macarrão, conhecer Beirute e molhar os pés no rio Tejo. Não há areia que baste, até pra sonhar acordado careço de tempo. Moprheus que me perdoe, mas hei de roubar sua areia e tacá-la em minha ampulheta...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

sem fogos nesse domingo

Os carros passam, os ponteiros galgam suas casas... e há um cidadão a meu lado trajando o uniforme de meu time... mais adiante, jaz um flamenguista... estamos todos na mesma... dia de São Paulo x Flamengo... a apreensão do resultado... vou ao banheiro... melhor nem perguntar o placar... mas não ouví fogos... um bom sinal, no mínimo um empate... e nem zoei os vizinhos da casa de trás... phoda

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

true or false?

Existe verdade nas palavras? no mundo?
os tantos conceitos de adequação... tio Ari era o pai da verdade? O diabo é proclamado o da mentira...
e minhas palavras? serão minhas? rendem-se a meu julgo? se são lidas, e cridas, tornam-se verdade? e, se descridas, ganham, automaticamente, o dna do coisa-ruim? transfiguro-me no Senhor dos reinos inferiores?
dito já foi tantas vezes que o inferno jaz lotado de boas intenções, mas, se não são alheias a mim, as palavras dependeriam de minha (boa?) vontade para ganharem o status de verdade... ou não, caetaneamente... hahaha... todo um reino sujeito a meus desígnios? um mundo para lançar setas, e continuo mirando em suas margens... e então?

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

controle de natalidade?

ao invés dessas propagandas murchas, o governo bem que podia fazer uso de comerciais desse calibre... rs

quinta-feira, 24 de julho de 2008

De como encarar estoicamente a vida ou "o arroz"


Estou emocionado... hoje provo, finalmente, depois de tantos anos, um arroz que eu mesmo fiz... Com minha mãe viajando e eu "cuidando" de minha estimada irmã, eis que me propus a enfrentar o fogão, como Hérculers a abrir os portões do Tártaro. Confesso que minhas expectativas não eram das melhores, e caminhava apreensivo em direção à cozinha, mas carregava em mim um certo sentimento estóico, de abocanhar a refeição, a despeito de seu obscuro aspecto ou de seu sombrio sabor... e não é que os budistaas têm razão, a dor vêm da expectativa... comecei a fritar o arroz em meio a uma pequena quantidade de óleo e um pouquinho de um tempero cabuloso que achei por aqui, composto de alho e sal, mas comecei a ficar "gelado"... o diabo do arroz começou a ficar vermelho. Tudo bem que é arroz parborizado, e lembro que o da minha mãe antigamente também tomava uma certa coloração alaranjada, mas estava um tanto vermelho demais... pensei "whatever" e continuei, taquei a água fervendo e coloquei uma cenourinha picada, como minha tia as vezes fazia, e eu me amarrava. Botei um pouco de sal e disse "eis meu Frankstein", agora é só esperar... fui ouvir uma música pra me distrair, até que o dito cujo ficasse pronto, e depois de algum tempo, lá estava ele, olhando pra mim e dizendo "devora-me ou te decifro"... o medo de que descortinasse minha alma foi maior, e preparei meu prato, como um mocinho de western ao pôr do sol frente a seu desafio... A consistência era boa, o aspecto também não era dos piores, não estava queimado e a coloração conferia até um certo charme... dei a primeira colherada e, pra minha surpresa, estava bom... então fui em direção a segunda e também estava bom... Senti-me então orgulhoso, e devorei minha obra, antes que ela me decifrasse...