e não almejo teus tornozelos em noites de Lua, nem nas de não-Lua... não rabisco cada pedaço de papel com teu nome, bula do remédio do gato, papel de pão da padaria... não busco tuas vogais nas horas que precedem o sono, nem nas que sucedem... não sonho tuas consoantes em cada esquina, física e metafísica, de Iguatu a São José do Rio Preto... não pinto os sonhos que tem tua panturrilha como protagonista com as cores do meu desejo... e não versejo...
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