SEI-TE
“Beija-me o verso dos lábios
para que meu corpo te seja poema.
Vê-me na infinita luz do olhar
e atravessa comigo o silêncio das catedrais.
A luz preformada de enlevadas mãos
entrelaçadas pelas estrofes dos vitrais.
Diz-me que duas almas são um só corpo
numa página a descobrir vocábulos.
Sei-te nos olhares quando te perco.”
Joaquim Monteiro
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