há poucas, e tantas, tamanhas, vontades, despidas, desditas, ao menos até o sono... que sono é passeio da sombra, é penumbra, é pena escrevendo poema sem juízo... que juízo é invenção, padrão, forma... e sonho não tem nome de sonho de bobeira... é bobo e sabe que é bobo, e essa é a graça, ser bobo e sonhar um nariz
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