domingo, 26 de julho de 2026

dedinho

não há ou haverá em toda a redondeza (e diria quadradeza também) cósmica, quântica, cármica, poema que adore mais o teu dedinho que este... adora até mais que o pé da mesa, ou da cama, ou do guarda-roupa, ou de cidreira... pois atente, fica declarado, estabelecido, outorgado, e, sobretudo, poetizado, que o presente pretenso poema é e seja a forma mais deslavada, lavada, passada e engomada, de bajulação de um dedinho de que se tem notícia, e de que não se tem notícia também

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