ao invés dessas propagandas murchas, o governo bem que podia fazer uso de comerciais desse calibre... rs
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 24 de julho de 2008
De como encarar estoicamente a vida ou "o arroz"

Estou emocionado... hoje provo, finalmente, depois de tantos anos, um arroz que eu mesmo fiz... Com minha mãe viajando e eu "cuidando" de minha estimada irmã, eis que me propus a enfrentar o fogão, como Hérculers a abrir os portões do Tártaro. Confesso que minhas expectativas não eram das melhores, e caminhava apreensivo em direção à cozinha, mas carregava em mim um certo sentimento estóico, de abocanhar a refeição, a despeito de seu obscuro aspecto ou de seu sombrio sabor... e não é que os budistaas têm razão, a dor vêm da expectativa... comecei a fritar o arroz em meio a uma pequena quantidade de óleo e um pouquinho de um tempero cabuloso que achei por aqui, composto de alho e sal, mas comecei a ficar "gelado"... o diabo do arroz começou a ficar vermelho. Tudo bem que é arroz parborizado, e lembro que o da minha mãe antigamente também tomava uma certa coloração alaranjada, mas estava um tanto vermelho demais... pensei "whatever" e continuei, taquei a água fervendo e coloquei uma cenourinha picada, como minha tia as vezes fazia, e eu me amarrava. Botei um pouco de sal e disse "eis meu Frankstein", agora é só esperar... fui ouvir uma música pra me distrair, até que o dito cujo ficasse pronto, e depois de algum tempo, lá estava ele, olhando pra mim e dizendo "devora-me ou te decifro"... o medo de que descortinasse minha alma foi maior, e preparei meu prato, como um mocinho de western ao pôr do sol frente a seu desafio... A consistência era boa, o aspecto também não era dos piores, não estava queimado e a coloração conferia até um certo charme... dei a primeira colherada e, pra minha surpresa, estava bom... então fui em direção a segunda e também estava bom... Senti-me então orgulhoso, e devorei minha obra, antes que ela me decifrasse...
segunda-feira, 19 de maio de 2008
A vírgula
minha consciencia pesa, por conta de todas as vírgulas que esqueci ou empreguei em excesso... serei perdoado?
sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
futebol
o futebol é realmente algo fascinante, e não falo só por casua de Drummond ou Nelson Rodrigues exaltarem tanto esse misterioso esporte, mas porque sempre que penso em futebol me lembro de um autor chamado Otto, que fala sobre religião e fé, e diz que não é possível (e é até inútil) explicar o que é fé a quem nunca a experienciou... da mesma forma, acredito que falar sobre as aflições, alegrias e tristezas que noventa minutos de bola rolando em um quadrilatero esmeralda trazem a quem se apaixona pelo tal esporte bretão seja absolutamente desnecessário.
terça-feira, 6 de maio de 2008
sexta-feira, 25 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Poema das antigas
À quem interessar possa...
Conto com o tempo
Que meu relógio não conta
A balada das badaladas
O poente do ponto
O porto
Ponteiro
Pórtico de Pessoa partido ao meio
Conto com a hora que não veio
Com teus acenos que imagino
E pra imaginação não há ,senão, o ocaso do dono
Além do círculo infinito
Girante e compassado
Por setas dançantes
Para além da armadilha de um Nietzsche
Aquém até do passado
Itinerário do acaso
À quem interessar possa...
Conto com o tempo
Que meu relógio não conta
A balada das badaladas
O poente do ponto
O porto
Ponteiro
Pórtico de Pessoa partido ao meio
Conto com a hora que não veio
Com teus acenos que imagino
E pra imaginação não há ,senão, o ocaso do dono
Além do círculo infinito
Girante e compassado
Por setas dançantes
Para além da armadilha de um Nietzsche
Aquém até do passado
Itinerário do acaso
À quem interessar possa...
Assinar:
Postagens (Atom)


