sábado, 27 de setembro de 2008
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Abandonar-se aos cuidados dos lençóis e simplesmente jazer. Que reino me espera? Tudo é possível agora, salvo Freud me perseguir (aqui não, por favor! Juro que meus sentimentos por minha estimada mãe estão dentro dos limites do plausível). O mundo só é mundo amanhã, ele espera por mim, pelo meu despertar. Hei de guiar minha nau por águas tranquilas, e, mesmo em tormentas, o céu há de amparar-me, emprestando seu caminho de estrelas. É preciso dormir e, mais que isso, o lema é sonhar.
Dormir é perda de tempo, o relógio não espera por nós. E há tanto a ser feito. Decretei que é preciso ler Marcuse, e também comprar pão. Simplismente não há tempo, os Coen esperam por mim, meu download por terminar, tantas novas mp3s, e o novo gibi do Aranha. Coelho do mundo de Alice, tenho que jogar Metal Gear 4, tecer palavras no ar, aprimorar meu Mai Geri, aprender a fazer macarrão, conhecer Beirute e molhar os pés no rio Tejo. Não há areia que baste, até pra sonhar acordado careço de tempo. Moprheus que me perdoe, mas hei de roubar sua areia e tacá-la em minha ampulheta...
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
sem fogos nesse domingo
Os carros passam, os ponteiros galgam suas casas... e há um cidadão a meu lado trajando o uniforme de meu time... mais adiante, jaz um flamenguista... estamos todos na mesma... dia de São Paulo x Flamengo... a apreensão do resultado... vou ao banheiro... melhor nem perguntar o placar... mas não ouví fogos... um bom sinal, no mínimo um empate... e nem zoei os vizinhos da casa de trás... phoda
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
true or false?
Existe verdade nas palavras? no mundo?
os tantos conceitos de adequação... tio Ari era o pai da verdade? O diabo é proclamado o da mentira...
e minhas palavras? serão minhas? rendem-se a meu julgo? se são lidas, e cridas, tornam-se verdade? e, se descridas, ganham, automaticamente, o dna do coisa-ruim? transfiguro-me no Senhor dos reinos inferiores?
dito já foi tantas vezes que o inferno jaz lotado de boas intenções, mas, se não são alheias a mim, as palavras dependeriam de minha (boa?) vontade para ganharem o status de verdade... ou não, caetaneamente... hahaha... todo um reino sujeito a meus desígnios? um mundo para lançar setas, e continuo mirando em suas margens... e então?
os tantos conceitos de adequação... tio Ari era o pai da verdade? O diabo é proclamado o da mentira...
e minhas palavras? serão minhas? rendem-se a meu julgo? se são lidas, e cridas, tornam-se verdade? e, se descridas, ganham, automaticamente, o dna do coisa-ruim? transfiguro-me no Senhor dos reinos inferiores?
dito já foi tantas vezes que o inferno jaz lotado de boas intenções, mas, se não são alheias a mim, as palavras dependeriam de minha (boa?) vontade para ganharem o status de verdade... ou não, caetaneamente... hahaha... todo um reino sujeito a meus desígnios? um mundo para lançar setas, e continuo mirando em suas margens... e então?
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
controle de natalidade?
ao invés dessas propagandas murchas, o governo bem que podia fazer uso de comerciais desse calibre... rs
quinta-feira, 24 de julho de 2008
De como encarar estoicamente a vida ou "o arroz"

Estou emocionado... hoje provo, finalmente, depois de tantos anos, um arroz que eu mesmo fiz... Com minha mãe viajando e eu "cuidando" de minha estimada irmã, eis que me propus a enfrentar o fogão, como Hérculers a abrir os portões do Tártaro. Confesso que minhas expectativas não eram das melhores, e caminhava apreensivo em direção à cozinha, mas carregava em mim um certo sentimento estóico, de abocanhar a refeição, a despeito de seu obscuro aspecto ou de seu sombrio sabor... e não é que os budistaas têm razão, a dor vêm da expectativa... comecei a fritar o arroz em meio a uma pequena quantidade de óleo e um pouquinho de um tempero cabuloso que achei por aqui, composto de alho e sal, mas comecei a ficar "gelado"... o diabo do arroz começou a ficar vermelho. Tudo bem que é arroz parborizado, e lembro que o da minha mãe antigamente também tomava uma certa coloração alaranjada, mas estava um tanto vermelho demais... pensei "whatever" e continuei, taquei a água fervendo e coloquei uma cenourinha picada, como minha tia as vezes fazia, e eu me amarrava. Botei um pouco de sal e disse "eis meu Frankstein", agora é só esperar... fui ouvir uma música pra me distrair, até que o dito cujo ficasse pronto, e depois de algum tempo, lá estava ele, olhando pra mim e dizendo "devora-me ou te decifro"... o medo de que descortinasse minha alma foi maior, e preparei meu prato, como um mocinho de western ao pôr do sol frente a seu desafio... A consistência era boa, o aspecto também não era dos piores, não estava queimado e a coloração conferia até um certo charme... dei a primeira colherada e, pra minha surpresa, estava bom... então fui em direção a segunda e também estava bom... Senti-me então orgulhoso, e devorei minha obra, antes que ela me decifrasse...
segunda-feira, 19 de maio de 2008
A vírgula
minha consciencia pesa, por conta de todas as vírgulas que esqueci ou empreguei em excesso... serei perdoado?
sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
futebol
o futebol é realmente algo fascinante, e não falo só por casua de Drummond ou Nelson Rodrigues exaltarem tanto esse misterioso esporte, mas porque sempre que penso em futebol me lembro de um autor chamado Otto, que fala sobre religião e fé, e diz que não é possível (e é até inútil) explicar o que é fé a quem nunca a experienciou... da mesma forma, acredito que falar sobre as aflições, alegrias e tristezas que noventa minutos de bola rolando em um quadrilatero esmeralda trazem a quem se apaixona pelo tal esporte bretão seja absolutamente desnecessário.
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